
Avaliação e Plano Terapêutico na Saúde Coletiva
A
avaliação e os programas de tratamento da saúde coletiva devem se concentrar
não apenas no tratamento individual, mas também na prevenção e promoção de
hábitos saudáveis para melhorar a saúde e o bem-estar da população. Neste
contexto, a avaliação pode ser definida como o processo contínuo de coleta análise de dados com o objetivo de localizar recursos, identificar questões de
saúde da comunidade e estabelecer prioridades.
Vários fatores são levados em consideração ao avaliar a saúde coletiva, como
epidemiologia, fatores socioeconômicos e ambientais, demografia e
características culturais e comportamentais da população. A fim de reduzir as
desigualdades em saúde, a abordagem ajuda no desenvolvimento de planos eficazes
que atendem às necessidades específicas de cada grupo.
As palavras "saúde pública" e "saúde coletiva" são frequentemente usadas juntas ou confundidas. Mas suas opiniões divergem significativamente. Ao levar em consideração os determinantes sociais que afetam os processos de saúde-doença, a saúde coletiva tem como objetivo melhorar a qualidade de vida da população. Por outro lado, a epidemiologia tradicional para o adoecimento do coletivo é o foco da saúde pública.
Os níveis de atenção à saúde – SUS, são usados para
organizar os
tratamentos e serviços oferecidos pelo SUS,
a partir de parâmetros determinados pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), que são
eles: Atenção primária, que também é chamada atenção básica sendo ela a porta
de entrada do paciente SUS. Atenção secundária, que atendem os pacientes com demandas
mais complexas que são encaminhados para a atenção secundária, nela inclui
serviços ambulatoriais e hospitalar, sendo constituída pelo serviço SAMU
e as UPAS. Atenção
terciária inclui hospitais, cirurgias, internações e exames de alta
complexidade.

Entrega semanal 3
Entrega final